Ha! Essa foi de lascar!
Pesquisa feita por uma empresa de recrutamento norte-americana chamada TheLadders conclui algo, no mínimo, surreal: há uma correlação inversamente proporcional entre a extensão do nome próprio de uma pessoa e seu salário (http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/05/1274602-pessoas-com-nomes-menores-ganham-salarios-mais-altos-diz-estudo.shtml).
Nos termos da notícia publicada hoje na Folha de S. Paulo online, "ter um nome mais curto pode fazer com que você tenha um salário maior" . A conclusão foi tirada cruzando "variáveis como ramo, salário e localização em uma amostra de quase 6 milhões de profissionais cadastrados no serviço, que estão principalmente nos Estados Unidos e no Canadá".
Mas a melhor de todas mesmo foi perceber que, na mesma pesquisa, a dita correlação entre nome e salário foi levada às últimas consequências: "De acordo com o levantamento, cada letra a mais no nome corresponde a uma queda de US$ 3.600 (R$ 7.200) no salário anual".
Diante de constatações dessa natureza, só me resta lamentar as sete letras do meu primeiro nome e entrar na fila do cartório para mudar o registro e me chamar "."
A autora criou esse blog para divagar sobre o que lê diariamente nos jornais, com foco principalmente (mas não exclusivamente) na cobertura diária de ciência. Suas principais armas são a ironia de inspiração machadiana e um computador bacaninha (ela tirou o escorpião do bolso e comprou um de verdade). Ao citar alguma passagem, por favor, dê créditos para a autora: até para as grandes bobagens o direito autoral é inalienável.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
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